quinta-feira, 28 de junho de 2012

VISITEM RECIFE, EM PERNAMBUCO..............

E não esqueçam,

http://www.old.pernambuco.com/turismo/especiais/2012/visite_brennand/index.shtml

tem um dos maiores acervos em Pernambuco...............

quarta-feira, 27 de junho de 2012

LEALDADE, AMIZADE E AMOR.........................


LEALDADE AMIZADE E AMOR
Esse é o verdadeiro Hachiko.
[Foto: Memorial de Hachiko na estação de Shibuya]
Todo ano em 8 de abril ocorre uma cerimônia solene na estação de trem de Shibuya, em Tóquio. São centenas de amantes de cães que se reúnem em homenagem à lealdade e devoção de Hachiko, fiel companheiro do Dr. Eisaburo Ueno, um professor da Universidade de Tóquio.
Mas, quem foi Hachiko? Que houve de tão extraordinário em sua vida para granjear a admiração e o respeito de tantos que assistem a tal reunião de caráter solene? O artigo intitulado “Velho e fiel cão espera pelo retorno do dono por dez anos”, publicado na edição do Asahi Shinbun de 4 de outubro de 1933, lança luz sobre estas questões.
O texto impresso fez um registro histórico de uma das mais bonitas, se não, a mais bela e ímpar história de lealdade, fidelidade e incondicional amor de um cão para com seu dono. De tão incrível era a história contada nas entrelinhas do artigo que a atenção de todo o povo japonês se voltaria para ela; nada menos que o mundo acabaria se rendendo a tal registro épico!
Diga-se, de passagem, que a comovente história do Chu-ken Hachiko (o cachorro fiel Hachiko) rendeu um livro e um filme chamado “A História de Hachiko”, mas, sobretudo, colaborou sobremaneira para que a reputação da raça se tornasse conhecida e famosa em todo o mundo, além de impulsionar um apaixonado movimento de restauração e preservação da raça Akita em seu país de origem, o Japão.
O nome do protagonista e aspirante ao estrelato da história contada pelo Asahi Shinbun, e que ficou conhecido em todo o mundo, era Hachiko, um cão branco da raça Akita; o coadjuvante, seu próprio dono, o Dr. Eisaburo Ueno.Pode-se dizer que a história toda teve seu início muito antes daquele 4 de outubro de 1933, data em que o artigo veio a público.
O “Era uma vez…” desta história teve seu ponto de partida em novembro de 1923, portanto, exatos dez anos antes. Naquele mês e ano nasceu Hachiko, na cidade de Odate, província de Akita.
Em 1924, Hachiko foi enviado a casa de seu futuro proprietário, o Dr. Eisaburo Ueno, um professor do Departamento Agrícola da Universidade de Tóquio. A história dá conta de que o professor ansiava por ter um Akita há anos, e que tão logo recebeu seu almejado cãozinho, deu-lhe o de Hachi, ao que depois passou a chamá-lo carinhosamente pelo diminutivo, Hachiko. Foi uma espécie de ‘amor à primeira vista’, pois, desde então, se tornariam amigos inseparáveis!
O professor Ueno morava em Shibuya, subúrbio de Tóquio, perto da estação de trem que levava (e que leva até os dias de hoje) o mesmo nome. Como fazia do trem seu meio de transporte diário até o local de trabalho, já era parte integrante da rotina de Hachiko acompanhar seu dono todas as manhãs. Caminhavam juntos o inteiro percurso que ia de casa à estação de Shibuya. Mas, ainda mais incrível era o fato de que Hachiko parecia ter um relógio interno, e sempre às 15 horas retornava à estação para encontrar o professor, que desembarcava do trem da tarde, para acompanhá-lo no percurso de volta a casa.
Memorial de Hachiko na estação de Shibuya
Estátua de Hachiko em frente a estação de Shibuya, em Tóquio.  Escultor: Ando Tekeshi (Filho de Ando Teru, nascido em Kagoshima).  Dimensões - Base de granito: 1,51mX96cm. Estátua (incluída a base):  91cm. Altura total do monumento: 2,17m
Entretanto, algo de trágico estava para acontecer no dia 21 de maio de 1925 — mal se sabia, mas, reescrevia-se ali um novo desfecho para a história. Hachiko, que na época tinha pouco menos de dois anos de idade, à hora certa, lá estava na estação como de costume, pacientemente (e de rapinho abanando!) à espera de seu dono. Só que o professor Ueno não retornaria naquela tarde de 21 de maio; sofrera um derrame fatal na Universidade que o levara a óbito. Destarte, ainda que alheio da realidade, naquele dia o leal e fiel Akita esperou por seu dono até à madrugada.
Após a morte do professor Eisaburo Ueno, conta a história que seus parentes e amigos passaram a tomar conta de Hachiko. Mas, tão forte e inexpugnável era o vínculo de afeto para com seu amado dono — lealdade, fidelidade e incondicional amor levados ao extremo —, que no dia seguinte à morte do professor ele retornou à estação para esperá-lo. Retornou todos os dias, manhã e tarde à mesma hora, na incansável esperança de reencontrá-lo, vê-lo despontar da estação de Shibuya. Às vezes, não retornava à casa por dias!
Foi assim dez anos seguidos repetindo a mesma rotina (quiçá, já não tão feliz), razão pela qual já era uma presença familiar e pitoresca para o povo que afluía à estação. E ainda que com o transcorrer dos anos já estivesse visivelmente debilitado em conseqüência de artrite, Hachiko não se indispunha a ir diária e religiosamente à estação. Nada nem ninguém o desencorajava de fazer sua peregrinação!
A história tem seu triste clímax em 8 de março de 1935, quando aos 11 anos e 4 meses, Hachiko é encontrado morto no mesmo lugar na estação onde por anos a fio esperou pacientemente por seu dono, onde durante dez anos se tinha mantido em vigília.
Hachiko, como não poderia deixar de ser, tornou-se um marco, um referencial de amizade talvez jamais igualável em qualquer era anterior ou futura na história. Sua descomunal lealdade e fidelidade receberam o reconhecimento de todo o Japão. Em 21 de abril de 1934, praticamente um ano antes de sua morte, uma pequena estátua de Hachiko, feita de bronze pelo famoso artista japonês Ando Teru, foi desvelada em sua honra numa cerimônia perto à entrada da estação de Shibuya, local onde morreu. Era a memória de Hachiko sendo imortalizada.
Durante a 2ª Guerra Mundial, para aplicar no desenvolvimento de material bélico, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, e, infelizmente, entre elas estava a de Hachiko.
Após a guerra Hachiko foi duramente esquecido; todavia, como toda história que se preze precisa ter um final feliz, em 1948 a The Society For Recreating The Hachiko Statue — entidade organizada em prol da recriação da estátua de Hachiko — convidou Ando Tekeshi, o filho de Ando Teru (escultor da estátua original), para esculpir uma nova estátua. Até os dias de hoje a réplica encontra-se colocada no mesmo lugar da estátua original, em símbolo de um tributo à lealdade, confiança e inteligência de uma raça, a Akita.
Todos que passam pela estação de Shibuya, em Tóquio, podem ver e comover-se com a imponente estátua de Hachiko, erguida em sua memória, eternizando a história de paixão e lealdade incomparável desse cão por seu dono. A efígie, esculpida em bronze e que repousa sobre um pedestal de granito, ergue-se como uma silenciosa prova do lugar ocupado pelos Akitas na história cultural e social do Japão.
A estação de Odate, em 1964, recebeu a estátua de um grupo de Akitas; anos mais tarde, em 1988, também uma réplica da estátua de Hachiko foi colocada próxima a estação. [Fotos — À direita, "Jovem Hachiko e seus amigos". Escultor: Zenichiro Aikawa, nascido em Akita. À esquerda, "Estátua de Hachiko na estação de Odate, Akita Prefecture". Escultor: Yoshio Matsuda, nascido em Akita]
A história de Hachiko atravessa anos, passa de pai para filho, sendo até mesmo ensinada nas escolas japonesas – no início do século para estimular lealdade ao governo, e, na atualidade, para exemplificar e instilar o respeito e a lealdade aos anciãos. Apesar de Hachiko ter sido um cão, deixou uma grande lição de vida ‘animal’ para todo bom amigo.
Na atualidade, viajantes que passam pela estação de Shibuya (provavelmente o ponto de encontro mais popular em Shibuya) podem comprar presentes e recordações do seu cão favorito na Loja “Shibuya No Shippo” (ou “Tail of Shibuya”), localizada no Memorial de Hachiko.
Hachiko foi empalhado (para conservar-lhe as formas) e submetido à substâncias que o isentam de decomposição, e o resultado deste maravilhoso processo de conservação está agora em exibição no Museu de Artes de Tóquio.
Quase setenta anos decorreram desde a morte do Chu-ken Hachiko, mas ele nunca será esquecido! A história por detrás da estátua de bronze perpetua-se no tempo, e continua esquentando os corações da população local e de turistas do mundo inteiro.
Fonte: Sites, o filme Hachiko Monogatari 1ª edição e livros online na internet.
Minha fonte é do site CLUBE DO AKITA em http://www.clubedoakita.com.br/historias-de-akitas/historia-de-hachiko.html
Aqui é o Hachiko no Museu de Artes de Tóquio

Hachiko no Museu de Tóquio.
HACHI E RICHARD GERE EM SEMPRE AO SEU LADO

Publicado em muitos outros blogs, inclusive www.caesegatosdorecife.blogspot.com há dias atrás. A história é tão bonita, que leio muits vezes e já vimos o filme por duas vezes.

terça-feira, 26 de junho de 2012

NOVA SEDE DO CONSULADO BRASILEIRO NO ALGARVE...


Os serviços diplomáticos estão instalados num imóvel de interesse público do século XVIII, denominado Casa Nobre, no centro histórico de Faro, que pertenceu ao industrial e negociante do setor da cortiça José Alexandre Fonseca.
Manuel Innocêncio Júnior é o cônsul-geral do Brasil em Faro.
Essa casa esteve fechada por muitos anos e fiquei surpresa quando vi a placa do Consulado. Ficamos  felizes com as novas instalações.  MUDOU PARA MELHOR....




O Consulado esta localizado na:
Rua Misericórdia 60, Faro
8000-269 FARO 
00351 -  
 

sexta-feira, 22 de junho de 2012

NOSSO DIA A DIA.................


ESSA É A NOSSA VIDA DE GLAMOUR!!!!!!!!!!!!!!

Ainda não consigo acordar cedo, é que aqui com o pintor a andar de um lado para o outro, ainda faltam o nosso quarto e a sala, que somente começara na próxima segunda-feira;  o marceneiro fazendo barulho para colocar prateleiras nas despensas (duas) e nos roupeiros, o homem da instalação da cozinha, só virá para terminar na próxima semana. Nem que eu queira  não consigo dormir até as 10................  mas também não conseguimos dormir antes da meia noite, o sol só vai embora depois das 21 horas e fica claro até as 23 horas, nem tem como ter sono....

                                    Ainda o hall de entrada.................

                                                A cozinha......

                                                O nosso quarto.....
                                             A varanda que ficou linda, clara e cheia de luz....

Hoje, aqui em baixo, no Café Novo Estádio e vizinho a nossa porta, tem um buraco onde habitam muitos "bichinhos" e todos já reclamaram na Câmara (Prefeitura),  mas essa nada faz. Então mataram o rato que vivia entrando e saindo desse buraco.................. ninguém sabia ou sabe o que fazer.............. eu espero que alguém se lembre de coloca-lo fora................ o Carlos já ligou para a Delegacia de Saúde Pública, e já lá não tinha mais ninguem............. Temos receio da doença causada pelo "xixi" dos ratos..... Veremos se amanhã ainda lá se encontra..............

                                                             Esse é o famoso Dom Ratão....

Hoje fui a uma consulta numa Clinica de Medicina Chinesa, do Dr. Pedro Choy que é médico convencional e pratica a medicina chinesa com muito sucesso. Quem quiser saber quem é, pode ver na internet, no google... basta clicar Pedro Choy e verá... fiz uma seção de avaliação e uma seção de acupuntura, estou me sentindo bem. 
A Dra que me atendeu me prescreveu 12 sessões de acupuntura, sendo 1 por semana........... e depois mais 12, de 15 em 15 dias................... mais umas cápsulas de glucosamine.... uns extratos líquidos, todos homeopáticos para as dores e os ossos..................... me foram colocadas 20 agulhas. A minha maior preocupação se iria doer ou não. As senhoras lá que atendem, todas formadas em MTC ou seja: medicina chinesa,  diziam: não doe minha senhora, mas eu sou por demais sensível e quando me colocaram nas costas e depois deitar-me por cima delas achava que não seria possível, mas foi e nem doeu tanto. Continuei tensa, mas as que mais doeram foras as colocadas nas mãos e nos pés, justamente o motivo da consulta. 

                                            Agulhas nas mãos....
                                        Nas costas e na orelha esquerda...........

Ainda no Brasil estive no Reumatologista, no Ortopedista, ambos que somente tratavam dos pés e no final a indicação era que procurasse um angiologista, entretanto, como já não havia tempo, deixei para depois. Aqui em Portugal, ao chegarmos, conversando com algumas pessoas amigas, duas delas nos indicaram essa Clínica, pois lá se trataram justamente de dores nos pés e mãos. Não tivemos dúvidas, marcamos uma consulta para hoje e apesar de apenas uma sessão, estou me sentindo bem............

Temos andado todos os dias, mais ou menos 1 hora a 1 e meia... andamos sempre junto á Avenida 5 de Outubro ao pé do mar e a paisagem é maravilhosa......... as vezes saímos antes do jornal das oito, como esse jornal dura mais de uma hora, ainda pegamos algumas partes quando retornamos.....
                                         Ao pé do mar, no Jardim dos Pescadores, em Olhão....
                                                           Idem....
                                         No retorno para casa...............
                                        E depois, apreciamos um pouco de cerejas, que é época delas...

E assim, estamos nessa vida de corre-corre dentro de casa, de um lado para o outro........ a minha, a nossa esperança é que daqui a 15 dias, estaremos livres para sair, ir a praia, ir ao café e mais o que aparecer....  e de quebra, entrar num monte de lojas chinesas, já que estamos no clima de CHINESES......... e ver coisas, comprar tintas para as minhas caixinhas.......... e começar a pintar........

quinta-feira, 21 de junho de 2012

NOSSOS DIAS E MUITO MAIS..............

ARRUMAÇÕES E MUITO MAIS.............

Todos os dias temos coisas a arrumar outras a mudar de lugar, pois estamos em fase de pintura aqui no apto... era tudo branco, paredes e tetos......... Fizemos uma pequenas modificações.... a começar pela cozinha que agora é laranja, como todos os ambientes quentes devem ser.....;  no hall de  entrada que era imaculadamente branco com moveis castanhos, ficou verde hortelã.......... ficou lindo..... e como ainda estamos nessa "confusão" almoçamos todos os dias fora de casa, quer seja no Ria Shopping, no Forum Algarve ou em qualquer "birosca"...

Estes dois pequeninos restaurante são ótimos:
                                       Este é brasileiro e temos sempre uma boa picanha....
                                                 E uma ótima sopa, não pode faltar.....
                                 Aqui a cozinha tem a  cor é laranja, mas faltam os armários....
                                                            A sala ainda está assim................

                                            O hall era assim.............
                                                     Agora ficou assim..........
                                                    E assim............

ASSOCIAÇÃO ACASO
E enquanto as coisas não se arrumam para que fiquem todas a condizer, fomos convidados para um lanche á tarde na Associação ACASO, que é um centro de dia, onde recebem pessoas da terceira idade para passarem seus dias em convivio com outras pessoas, inclsuive crianças... ontem foram os festejos de São João..... e eu estava por lá, pois o Marido ficou em casa arrumando e desarrumando coisas....

                                          Ao fundo as Diretoras responsáveis pela ACASO...
                                      Dona Conceição, nossa guardiã de blusa cor-de-rosa...


                                              Eu, os cravos e os mangericos.....
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