quarta-feira, 28 de maio de 2014

HOLANDA PODE PROVOCAR O COLAPSO DO EURO.....

HOLANDA – CAIU NUMA CRISE QUE AMEAÇA A ZONA EURO
Holanda pode provocar o colapso do euro

A bolha imobiliária estourou, o país está em recessão, o desemprego sobe e a dívida dos consumidores é 250% do rendimento disponível. O grande aliado da Alemanha na imposição da austeridade por todo o continente começa a provar o amargo da sua própria receita.
Por Matthew Lynn, El Economista
[A Holanda começa a provar o amargo da austeridade que o seu ministro das Finanças quer aplicar em toda a Europa.]
Que país da zona euro está mais endividado? Os gregos esbanjadores, com as suas generosas pensões estatais? Os cipriotas e os seus bancos repletos de dinheiro sujo russo? Os espanhóis tocados pela recessão ou os irlandeses em falência? Pois curiosamente são os holandeses sóbrios e responsáveis. A dívida dos consumidores nos Países Baixos atingiu 250% do rendimento disponível e é uma das mais altas do mundo. Em comparação, a Espanha nunca superou os 125%.
A Holanda é um dos países mais endividados do mundo. Está mergulhada na recessão e demonstra poucos sinais de estar a sair dela. A crise do euro arrasta-se há três anos e até agora só tinha infetado os países periféricos da moeda única. A Holanda, no entanto, é um membro central tanto da UE quanto do euro. Se não puder sobreviver na zona euro, estará tudo acabado.
O país sempre foi um dos mais prósperos e estáveis de Europa, além de um dos maiores defensores da UE. Foi membro fundador da união e um dos partidários mais entusiastas do lançamento da moeda única. Com uma economia rica, orientada para as exportações e um grande número de multinacionais de sucesso, supunha-se que tinha tudo a ganhar com a criação da economia única que nasceria com a introdução satisfatória do euro. Em vez disso, começou a interpretar um guião tristemente conhecido. Está a estourar do mesmo modo que a Irlanda, a Grécia e Portugal, salvo que o rastilho é um pouco mais longo.
*Bolha imobiliária*
Os juros baixos, que antes do mais respondem ao s interesses da economia alemã, e a existência de muito capital barato criaram uma bolha imobiliária e a explosão da dívida. Desde o lançamento da moeda única até o pico do mercado, o preço da habitação na Holanda duplicou, convertendo-se num dos mercados mais sobreaquecidos do mundo.
Agora explodiu estrondosamente. Os preços da habitação caem com a mesma velocidade que os da Flórida quando murchou o auge imobiliário americano.
Atualmente, os preços estão 16,6% mais baixos do que estavam no ponto mais alto da bolha de 2008, e a associação nacional de agentes imobiliários prevê outra queda de 7% este ano. A não ser que tenha comprado a sua casa no século passado, agora valerá menos do que pagou e inclusive menos ainda do que pediu emprestado por ela.
Por tudo isso, os holandeses afundam-se num mar de dívidas. A dívida dos lares está acima dos 250%, é maior ainda que a da Irlanda, e 2,5 vezes o nível da da Grécia. O governo já teve de resgatar um banco e, com preços da moradia em queda contínua, o mais provável é que o sigam muitos mais.
Os bancos holandeses têm 650 mil milhões de euros pendentes num sector imobiliário que perde valor a toda a velocidade. Se há um facto demonstrado sobre os mercados financeiros é que quando os mercados imobiliários se afundam, o sistema financeiro não se faz esperar.

*Profunda recessão*
As agências de rating (que não costumam ser as primeiras a estar a par dos últimos acontecimentos) já se começam a dar conta. Em fevereiro, a Fitch rebaixou a qualificação estável da dívida holandesa, que continua com o seu triplo A, ainda que só por um fio. A agência culpou a queda dos preços da moradia, o aumento da dívida estatal e a estabilidade do sistema bancário (a mesma mistura tóxica de outros países da eurozona afectados pela crise).
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A economia afundou-se na recessão. O desemprego aumenta e atinge máximos de há duas décadas. O total de desempregados duplicou em apenas dois anos, e em março a taxa de desemprego passou de 7,7% para 8,1% (uma taxa de aumento ainda mais rápida que a do Chipre). O FMI prevê que a economia vai encolher 0,5% em 2013, mas os prognósticos têm o mau costume de ser optimistas. O governo não cumpre os seus défices orçamentais, apesar de ter imposto medidas severas de austeridade em outubro. Como outros países da eurozona, aHolanda parece encerrada num círculo vicioso de desemprego em aumento e rendimentos fiscais em queda, o que conduz a ainda mais austeridade e a mais cortes e perda de emprego. Quando um país entra nesse comboio, custa muito a
sair dele (sobretudo dentro das fronteiras do euro).

Até agora, a Holanda tinha sido o grande aliado da Alemanha na imposição da austeridade por todo o continente, como resposta aos problemas da moeda.
Agora que a recessão se agrava, o apoio holandês a uma receita sem fim de cortes e recessão (e inclusive ao euro) começará a esfumar-se.
Os colapsos da zona euro ocorreram sempre na periferia da divisa. Eram países marginais e os seus problemas eram apresentados como acidentes, não como prova das falhas sistémicas da forma como a moeda foi estruturada. Os gregos gastavam demasiado. Os irlandeses deixaram que o seu mercado
imobiliário se descontrolasse. O s italianos sempre tiveram demasiada dívida.
Para os holandeses não há nenhuma desculpa: eles obedeceram a todas as regras.

Desde o início ficou claro que a crise do euro chegaria à sua fase terminal quando atingisse o centro. Muitos analistas supunham que seria a França e, ainda que França não esteja exactamente isenta de problemas (o desemprego cresce e o governo faz o que pode, retirando competitividade à economia), não deixa de continuar a ser um país rico. As suas dívidas serão altas mas não estão fora de controlo nem começaram a ameaçar a estabilidade do sistema bancário. A Holanda está a chegar a esse ponto.
Talvez se tenha de esperar um ano mais, talvez dois, mas a queda ganha ritmo e o sistema financeiro perde estabilidade a cada dia. A Holanda será o primeiro país central a estourar e isso significará demasiada crise para o euro.

*Matthew Lynn *é director executivo da consultora londrina Strategy Economics.
Publicado originalmente em El Economista
<http://www.eleconomista.es/opinion-blogs/noticias/4819350/05/13/Holanda-El-paIs-que-harA-estallar-el-euro-.html>,


domingo, 25 de maio de 2014

SUIÇOS REJEITAM O SALÁRIO MÍNIMO MAIS ALTO DO MUNDO.

 Resultados oficiais mostram que 76,3% dos suíços rejeitaram a proposta.

Os eleitores suíços rejeitaram, liminarmente, a introdução de um salário mínimo no país que, a ter sido aprovado, seria o mais alto em todo o mundo.

Segundo os resultados finais , pouco mais de 23% dos eleitores que neste domingo foram às urnas votaram a favor da iniciativa – uma percentagem bastante inferior ao que apontavam as sondagens. "Este é um voto da razão", reagiu Christophe Darbellay, líder do Partido Democrata-Cristão, ouvido pelo jornal Le Temps, indicando que esta era "uma proposta nefasta sobretudo para quem queria proteger".  

A proposta da União Sindical Suíça (USS) previa que ninguém na Suíça pudesse ganhar menos do que 22 francos (18 euros) por hora, o que para um trabalhador a tempo inteiro (42 horas semanais) equivaleria a uma remuneração mensal de 4000 francos (3270 euros).

Um valor que é muito acima do que é pago em qualquer outro país do mundo – no Luxemburgo, que detém o salário mínimo mais alto da UE, a remuneração é de 1921 euros –, mas que a USS assegurava ser o mínimo para que um trabalhador possa “viver com dignidade” face ao elevado custo de vida no país, sobretudo nas grandes cidades. Os sindicatos sublinhavam ainda que a medida teria um impacto reduzido, já que apenas 9% dos trabalhadores recebem abaixo dessa fasquia.

Os eleitores foram, no entanto, mais sensíveis aos argumentos do Governo e das confederações patronais, para quem a imposição desta medida levaria ao aumento do desemprego (que na Suíça é apenas de 3,2% da população activa) e à perda de competitividade da economia suíça. Alguns sectores, em particular a agricultura, avisaram mesmo que não tinham condições para pagar salários tão altos, pelo que se a medida fosse aprovada, corriam risco de extinção.

O Partido Socialista, que apoiou a iniciativa dos sindicatos, reconheceu que o voto demonstra que os suíços continuam a preferir que os salários sejam determinados pelas convenções colectivas de trabalho. Mas a deputada Ada Marra dizia ao Le Temps que a discussão teve o mérito de forçar os grandes retalhistas "como o Aldi, o Lidl ou a H&M a adaptar os salários" que pagam aos seus trabalhadores.
Fonte: MUNDO, uma matéria de ANA FONSECA.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

VISITANDO UM AMIGO...........................

 Nosso amigo Jan é holandês (claro) e retornou do Brasil por problemas de saúde. Lá no Brasil se tornou muito difícil para ele cuidar da sua saúde, pois morava distante da cidade do Recife....  e onde morava não havia condições médicas adequadas para o problema dele.....

 Zwolle é uma cidade do leste dos Países Baixos, capital da província de Overijssel, junto do rio Issel. Conta com uma população aproximada de 120.000 habitantes. A norte situa-se Giethoorn, uma pequena localidade conhecida como "aVeneza verde", uma das suas atracções turísticas.

Fonte: Wikipedia...
Catedral antiga...

Frontaria da Catedral...

Rua de Comércio...

Antiga fábrica....

Carlos e Jan....

Anjo Gabriel feito em vidro....

Lateral de um edifício renovado...

As margens do Rio Jssel.....

Outro lado do edificio renovado...

Em frente....

Jarros de plantas e flores na rua....

Edificio Garagem...

Frontaria do Museu....

BÉLGICA RECOMENDA....

Bélgica recomenda ter dinheiro para assaltante no Brasil

Aos belgas que vêm ao Brasil, governo do país recomenda que não carreguem muito dinheiro, apenas “algumas dezenas de reais” em caso de assalto

Publicado por Nelci Gomes - 1 semana atrás
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Publicado por Marco Prates
Blgica recomenda ter dinheiro para assaltante no Brasil
“Não mantenha consigo grandes somas, mas esteja pronto para dar um mínimo de dinheiro em casos de ataques (algumas dezenas de reais, somente) e esteja muito atento ao usar cartões de crédito”, diz o aviso emitido pelo Ministério de Relações Exteriores do país.
A última atualização do documento é de novembro do ano passado, mas ele aparece como ainda “válido”, na data de hoje, no site oficial.
Blgica recomenda ter dinheiro para assaltante no Brasil
Esta dica não chega a ser nova entre os brasileiros, dadas as informações de que alguns assaltos terminam com feridos ou mortos por que ladrões se irritaram com a falta (ou o pouco) dinheiro das vítimas.
Mesmo assim, quando viram recomendações oficiais, causam polêmica: a Secretaria de Segurança Pública da Bahia teve de tirar do ar no ano passado parte de suas sugestões aos moradores do estado.
“Carregue um pouco de dinheiro (para satisfazer o ladrão), mas poucos cartões”, dizia o site do órgão na época.
No caso da Bélgica, os conselhos aos viajantes – um hábito da maioria dos países, incluindo o Brasil, para garantir a integridade dos seus em outros territórios – são recheados ainda de dicas de segurança para as cidades mais visitadas, como São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador.
A ironia involuntária é que o aviso consta entre os itens “modos de pagamento”, dentro da aba “informações práticas”, e não na parte que fala de “segurança geral”, quando são abordados os crimes.

Fontes:http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/belgica-recomenda-carregar-dinheiro-para-ladrao-no-brasil
Nelci Gomes
Publicado por Nelci Gomes
Inicio de vida acadêmica na Escola de Engenharia Agronômica - UFRB fazendo parte de alguns movimentos em busca pelo desenvolvimento...

quarta-feira, 14 de maio de 2014

ANDANDO POR ZOETERMÉÉR...

Hoje fomos passar algumas horas e um  tomar café em Zoetermeer. É um município neerlandês, localizado na província da Holanda do Sul. É de facto, considerada uma cidade, mas oficialmente nunca obteve este status. Zoetermeer é a terceira cidade da província em tamanho, após Roterdã e Haia. Seu nome significa literalmente "lago [da água] doce".
Fonte:Wikipedia.
Essa cidade(?) tem um centro comercial muito bom...




terça-feira, 13 de maio de 2014

segunda-feira, 12 de maio de 2014

RECEBENDO VISITAS..............

Recebemos a visita de amigos aqui na Holanda:

                                         Nós e nossos amigos de além mar..... no hotel...
No moinho perto do Beatrix Park, em Amsterdam

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