sexta-feira, 3 de outubro de 2014
domingo, 28 de setembro de 2014
ASÍ BAILA ARGENTINA!!!!
Así baila Argentina!
27 de setembro 21:30
Milton Homann e Romina Godoy são uma
dupla de bailarinos de tango argentino de renome internacional, que
apresentam um espectáculo retrospetivo do tango argentino, desde o seu
início dos subúrbios de Buenos Aires até compositores contemporâneos
como Astor Piazzola.
Este espetáculo está composto por um
repertório que abarca distintas épocas e estilos, como a valsa criolla, a
milonga e o tango cénico de enorme espetacularidade.
Show apresentado ontem no AUDITÓRIO MUNICIPAL DE OLHÃO.... Foi um sucesso!!! a platéia e balcão estavam cheios.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
ANDANDO POR PORTUGAL... ÓBIDOS...
Saímos de Olhão com destino a Lisboa, pois no dia seguinte chegaria a minha irmã Ivanise, como de fato chegou na manhã seguinte.
Primeira parada ÓBIDOS - CIDADE MEDIEVAL....
Óbidos é uma vila portuguesa do distrito de Leiria, sub-região do Oeste, região Centro, fazendo parte da Região de Turismo do Oeste, com cerca de 3 300 habitantes.
É sede de um município com 142,17 km² de área e 11 772 habitantes (2011)1 , subdividido em 9 freguesias. O município é limitado a nordeste e leste pelo município das Caldas da Rainha, a sul pelo Bombarral, a sudoeste pela Lourinhã, a oeste por Peniche e a noroeste tem costa no oceano Atlântico.
Ao contrário do que se possa pensar, o nome Óbidos não deriva da parónima óbitos, mas sim do termo latino ópido, significando «cidadela», «cidade fortificada». Nas suas proximidades ergue-se a povoação romana de Eburobrício.
Terá sido tomada aos Mouros em 1148, e recebido a primeira carta de foral em 1195, sob o reinado de D. Sancho I. Óbidos fez parte do dote de inúmeras rainhas de Portugal, designadamente Urraca de Castela (esposa de D. Afonso II), Rainha Santa Isabel (esposa de D. Dinis), Filipa de Lencastre (esposa de D. João I), Leonor de Aragão (esposa de D. Duarte), Leonor de Portugal (esposa de D. João II), entre outras.
Em 1527, viviam 161 habitantes na vila, o que corresponderia a cerca de 1/10 da população do município. A área amuralhada era já nessa época idêntica à actual, ou seja, 14,5 ha.
Fonte: Wikipedia.
Primeira parada ÓBIDOS - CIDADE MEDIEVAL....
Óbidos é uma vila portuguesa do distrito de Leiria, sub-região do Oeste, região Centro, fazendo parte da Região de Turismo do Oeste, com cerca de 3 300 habitantes.
É sede de um município com 142,17 km² de área e 11 772 habitantes (2011)1 , subdividido em 9 freguesias. O município é limitado a nordeste e leste pelo município das Caldas da Rainha, a sul pelo Bombarral, a sudoeste pela Lourinhã, a oeste por Peniche e a noroeste tem costa no oceano Atlântico.
Ao contrário do que se possa pensar, o nome Óbidos não deriva da parónima óbitos, mas sim do termo latino ópido, significando «cidadela», «cidade fortificada». Nas suas proximidades ergue-se a povoação romana de Eburobrício.
Terá sido tomada aos Mouros em 1148, e recebido a primeira carta de foral em 1195, sob o reinado de D. Sancho I. Óbidos fez parte do dote de inúmeras rainhas de Portugal, designadamente Urraca de Castela (esposa de D. Afonso II), Rainha Santa Isabel (esposa de D. Dinis), Filipa de Lencastre (esposa de D. João I), Leonor de Aragão (esposa de D. Duarte), Leonor de Portugal (esposa de D. João II), entre outras.
Em 1527, viviam 161 habitantes na vila, o que corresponderia a cerca de 1/10 da população do município. A área amuralhada era já nessa época idêntica à actual, ou seja, 14,5 ha.
Fonte: Wikipedia.
sábado, 28 de junho de 2014
ALMOÇO DE SÁBADO.....
Depois de bastante andar pelo Mercado de Olhão, tomar um café com direito a um pastel de Belém polvilhado de muita canela como deve ser segundo a receita, resolvemos almoçar num lugar bem tranquqilo, pois no momento tem muitos turistas que se hospedam em Faro e vêm fazer suas refeições em Olhão que é bem mais barato...
O Cardápio é simples:
Frango grelhado, com salada de tomate e queijo mussarela....
O Cardápio é simples:
Frango grelhado, com salada de tomate e queijo mussarela....
As imagens são da internet, pois quando nos lembramos de fazer as fotos, já não tinha mais nada...prova irrefutável que tudo estava delicioso !....
quinta-feira, 26 de junho de 2014
CARAPAUS ALIMADOS - UMA IGUARIA ALGARVIA...
Carapaus Alimados são uma mistura entre curar os carapaus com sal e cozinhar eles em água, o sal torna a carne mais rija e deliciosa.
Um pouco sobre as origens do carapau alimado encontrado na internet !
"O carapau do Barlavento algarvio está
entre os peixes mais populares da região, dando origem a reconhecidos pratos do
receituário local. Os Carapaus Alimados são um dos modos mais originais de os
preparar.
Prato confecionado com carapaus médios ou
pequenos, azeite, vinagre, cebolas, dentes de alho, sal grosso e salsa, o peixe
é aberto, salgado e cozido. Seguidamente são alimados – um regionalismo
que derivará de limar, polir, raspar - ou seja, mergulhados em água fria e
retirada a pele com as mãos. No final, são colocados em travessa de servir,
regados com o azeite e o vinagre, os alhos picados e a cebola descascada. É
também habitual juntar salsa picada.
Trata-se de uma iguaria típica do Algarve
associada aos fins de tarde quentes de Verão, ainda que se consumam durante o
resto do ano.
Prato muito popular em toda a região
algarvia, a sua origem é remota. Pensa-se que tenha origem na passagem dos
fenícios e cartagineses, que tinham no peixe a base da alimentação, por terras
do Algarve. Aqui desenvolveram técnicas de captura, secagem e salga do peixe.
Posteriormente, os romanos construíram no Algarve salinas e implementaram a
indústria da pesca.
Os Carapaus Alimados constituem outra
influência portuguesa na gastronomia japonesa, onde se designam “Aji no
Namban zuke”.Não fomos nós que os preparamos, Dona Conceição já os trouxe amanhados e cozidos.... pronto a serem comidos e mais, pimentões assados e eu fiz as batatas....
sexta-feira, 20 de junho de 2014
LENDAS DE OLHÃO - PORTUGAL....
![]() |
| "A MOURA DE OLHÃO" quadro de Carlos Porfírio, 1962, disponível no Museu Municipal de Faro. |
A Lenda da Moura Floripes
No sítio do Moinho do Sobrado, havia antigamente uma
casa, onde aparecia à janela, noite fora, uma formosa mulher vestida de
branco.
O único que se atrevia a andar por aquelas bandas à
noite era um sujeito de meia idade - o compadre Zé - que se embriagava e
adormecia na rua, sem receio.
A mulher de branco aproximava-se do bêbado, fazia-lhe meiguices e até se sentava a seu lado.
|
Moinho do Sobrado (séc. XIX): actualmente o Grupo Naval de Olhão! |
O compadre Zé contava a sua história sem convencer
ninguém a deslocar-se ao local para a comprovar. No entanto, o compadre
Zé tinha um amigo mais jovem que se iria casar brevemente.
Aproveitando-se do evento, promete ao amigo oferecer-lhe um seu terreno
como prenda de casamento, caso ele tivesse a coragem de o acompanhar a
ver o fantasma.
Este, transido de medo, lá foi à aventura, atendendo ao grande jeito que lhe fazia a prenda.
Sentou-se numa pedra, junto ao Moinho do Sobrado, e
esperou pelas doze badaladas. Nesse momento surge da porta do Moinho uma
mulher vestida de branco até aos pés. O vestido terminava numa bainha
esfarrapada, a cobrir-lhe os pés descalços. A mulher aproximou-se com a
face envolta num véu e uma flor nos cabelos loiros.
Julião, assim se chamava o amigo do compadre Zé, pergunta-lhe quem era e donde vinha.
- Sou a desditosa Floripes - respondeu, numa expressão triste.
- O que faz por aqui?
- Sou uma moura encantada. Quando a minha raça foi
expulsa da província, viu-se o meu pai obrigado a partir, sem poder
prevenir-me. Eu tinha um namorado que também fugiu e aqui fiquei
sozinha, à espera a cada momento que o meu pai me viesse buscar. Numa
noite em que esperava, vi ao longe a luz de uma embarcação. A noite era
de tormenta e o barco escangalhou-se de encontro aos rochedos. Não era o
meu pai que ali vinha: era o meu namorado, que foi engolido pelas
ondas. Soube o meu pai deste funesto acontecimento e vendo que não lhe
era possível vir buscar-me, encantou-me de lá.
Julião, penalizado com a triste história, logo pensou em oferecer-se para salvar a moura e perguntou:
— Existe algum meio de a salvar?
— Há sim - respondeu a moura.
— Que meio?
— É necessário que um homem me dê um abraço, à beira
de um rio, e me fira no braço contíguo ao coração. Logo que tal
aconteça, irei de imediato para junto dos meus familiares. Mas existe
uma dificuldade.
— Que dificuldade - perguntou Julião, quase resolvido a ser o seu libertador.
— O homem que me abraçar e me ferir terá de me
acompanhar até África, atravessar o oceano com duas velas acesas e casar
comigo à chegada..
— Isso é que eu não poderei fazer. Já tenho casamento marcado com a minha Aninhas.
|
— Então continuarei novamente encantada – respondeu a moura soluçando – Até agora, ninguém se atreveu a tanto sacrifício!
A moura continuou o seu encantamento durante muito
tempo ainda, sentada no cais com os pés na água, esperando o seu pai
voltar de África. Era por vezes vista no cais, sempre de noite, a
conversar com um menino de olhos grandes e com gorro encarnado. Seria o
menino algum mouro que ali também ficou encantado? Ninguém sabe
responder...
Alguns olhanenses mais antigos acreditavam tanto
nesta lenda que diziam que a Floripes era vista também durante o dia a
fazer compras em lojas, onde pagava com uma moeda de ouro e sempre
desaparecia sem receber o troco. Ainda hoje, quando alguém por qualquer
razão não recebe o troco, se diz "és como a Floripes, não queres a
torna!".
A Floripes foi também a personificação do medo do
transcendente. Quando se quer acautelar alguém, ainda se diz "vê lá se
te aparece a Floripes!".
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Talvez que este salvamento tivesse desencantado
finalmente a Floripes, pois que há muito tempo a moura deixou de
aparecer. Terá regressado finalmente à sua terra?
Uma nota final: Miguel Gonçalves Mendes realizou em 2007 o
filme Floripes, já editado em vídeo, cujo trailer pode ser visto no site
da produtora Jumpcut.
António Paula Brito
Bibliografia
|
Conceição Pires - Elucidário, Cidade de Olhão da Restauração
- 1ª ed. da autora, 2001, p.179.
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|
Barbosa, José - Visto e ouvido... em Olhão... reflexões
- Câmara Municipal de Olhão, 1993, p.104).
Fonte: www.olhao.web.pt |
quinta-feira, 19 de junho de 2014
16 DE JUNHO, DIA DA CIDADE DE OLHÃO....
| Olhão celebrou Dia da Cidade com inaugurações e homenagens | |||||||
A inauguração do Caminho das Lendas e dos largos do centro
histórico de Olhão foi um dos pontos altos das comemorações do Dia da
Cidade, assinalado na passada segunda-feira, 16, que incluíram ainda a
inauguração de um ecocentro e uma sessão solene.
“A Floripes, certamente, vai tornar-se um ex-libris da cidade de Olhão”, disse o seu escultor, o artista Leonel Moura, que acompanhou o presidente da Câmara Municipal de Olhão, António Miguel Pina, numa das mais importantes iniciativas do dia: a inauguração do Caminho das Lendas, na zona histórica olhanense. O autor, que justificou a criação das esculturas de Floripes (Praça Patrão Joaquim Lopes) e do Menino dos Olhos Grandes (Largo do Carolas), disse que apesar de trabalhar com tecnologia e inovação, neste caso, e depois de conhecer as lendas associadas aos largos, ao criar arte para estes espaços públicos quis “que as pessoas compreendessem o que veem e que tenha a ver com a temática”. “As cidades precisam muito de pontos de referência, para que as pessoas que as visitam saibam o que ali há. Também estas esculturas vão tornar-se uma referência para Olhão, apesar de no início as pessoas poderem dizer que não gostam”, confidenciou o artista, ao mesmo tempo que explicava a forma de criação das duas esculturas por si idealizadas. Para além dos dois largos já referidos, foram também inaugurados os Largos João da Carma, a que está associada a Lenda do Arraúl, e o Largo do Gaibéu, que apresenta a Lenda do Mouro Encantado. “Esta é uma forma de se mostrar um pouco da singular história de Olhão. Com o «Caminho das Lendas», turistas e olhanenses poderão conhecer melhor a zona histórica da cidade”, garantiu o presidente da autarquia olhanense, durante estas inaugurações. | |||||||
sexta-feira, 13 de junho de 2014
CASAMENTOS DE SANTO ANTONIO, MARCHAS E ARRAIAAIS ANIMAM LISBOA..
A tradição lisboeta volta esta quinta-feira a cumprir-se com os Casamentos de Santo António, na Sé de Lisboa, o desfile das marchas populares, na Avenida da Liberdade, e os arraiais de rua nos bairros típicos da capital.
Desde 1997 que a Câmara de Lisboa organiza os Casamentos de Santo António, iniciativa que começou em 1958 pelo Diário Popular na altura intitulada por “Noivas de Santo António”, tendo sido interrompida em 1974 e retomada pela autarquia.
Na
18.ª edição dos Casamentos de Santo António organizados pelo município,
irão contrair matrimónio 16 casais, 11 em cerimónia religiosa católica
na Sé de Lisboa, às 12h, e cinco em cerimónia civil nos Paços do
Concelho, às 14h15.
As
celebrações terão também a presença de oito ‘casais de oiro’, que se
uniram em 1964 nas antigas “Noivas de Santo António” e que celebram
agora 50 anos de matrimónio.
Junto à Sé de Lisboa concentram-se todos os anos centenas de populares para aplaudirem os noivos de Santo António.
Pelas
16h40, os recém-casados irão desfilar de “tuk-tuk” da Rua da Prata até à
Estufa Fria, um dos mais importantes espaços verdes da cidade, onde
decorrerá pelas 17h20 o copo de água.
Momento
alto das festas de Lisboa, a noite de Santo António, que antecipa o
feriado de 13 de Junho, leva às ruas da cidade não só lisboetas como
também um grande número de visitantes para festejarem e participarem nos
arraiais dos bairros tradicionais e assistirem ao desfile das marchas
populares na Avenida da Liberdade.
Organizado
pela Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, o desfile
das marchas populares arranca às 21h e terá como temática a
“Peregrinação”, numa alusão aos 400 anos da obra de Fernão Mendes Pinto,
que se aventurou numa viagem marítima ao Oriente.
Este
ano, as vinte marchas em concurso são Alfama, vencedora do ano passado,
Alto do Pina, Bica, Marvila, Bairro Alto, Madragoa, São Vicente,
Alcântara, Beato, Santa Engrácia, Mouraria, Castelo, Ajuda, Graça,
Belém, Lumiar, Benfica, Carnide, Campolide e Bela Flor.
Na
Avenida da Liberdade vão desfilar também os 32 noivos de Santo António
pelas 22h00, a marcha infantil “A Voz do Operário” e a marcha dos
Mercados, ambas extracompetição, e, como convidados, elementos do Corso
do Carnaval de Torres Vedras, a marcha do Parque das Nações, a
Associação de Danças e Cantares Portuguesa Macau no Coração e o
agrupamento “O Dragão Embriagado” de Macau.
Após o desfile das marchas, a festa continua noite dentro com arraiais populares por todos os bairros típicos de Lisboa, com muita música popular e onde não falta a tradicional sardinha assada e os manjericos.
Fonte: www.publico.pt
terça-feira, 10 de junho de 2014
DERMATOLOGISTA DRA. SARITA MARTINS....
A dermatologista Sarita Martins vai lançar no dia 28 de setembro, durante o Congresso Brasileiro de Dermatologia, o livro Eu, a Mala e o Mundo. Na obra Sarita
conta sua experiência nas suas constantes viagens pelo mundo. Lembra as
frias e as mancadas que passou, mas claro escreve muitas coisas boas. O
prefácio é da filha, a colunista social Mirella Martins.
Fonte: Blog do Fernando Machado: www.fernandomachado.blog.br
E eu, sou sua mais nova cliente....
Fonte: Blog do Fernando Machado: www.fernandomachado.blog.br
E eu, sou sua mais nova cliente....
quinta-feira, 5 de junho de 2014
JACARANDÁS EM FLOR.....................
JACARANDÁ - Arvore nativa da Argentina, Bolívia, Perú e Brasil...
É uma árvore maravilhosa para a arborização urbana, caracterizada pela rusticidade, floração decorativa e crescimento rápido. Pode ser utilizada na ornamentação de ruas, calçadas, praças e parques, pois suas raízes não são agressivas. (É largamente utilizada no paisagismo, adornando pátios e jardins residenciais ou públicos, filtrando moderadamente a luz do sol).
Muitos países utilizam o jacarandá-mimoso na arborização de grandes cidades, entre estes podemos citar a Argentina, Brasil, África do Sul, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Itália, Espanha e México, entre outros.
NB. Texto e fotos de Faro e Lisboa são da internet e as de Olhão, são da autora do blog.....
É uma árvore maravilhosa para a arborização urbana, caracterizada pela rusticidade, floração decorativa e crescimento rápido. Pode ser utilizada na ornamentação de ruas, calçadas, praças e parques, pois suas raízes não são agressivas. (É largamente utilizada no paisagismo, adornando pátios e jardins residenciais ou públicos, filtrando moderadamente a luz do sol).
Muitos países utilizam o jacarandá-mimoso na arborização de grandes cidades, entre estes podemos citar a Argentina, Brasil, África do Sul, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Itália, Espanha e México, entre outros.
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| Faro - Portugal |
| Faro - Portugal |
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| Lisboa - Portugal |
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| Olhão - Portugal |
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| Olhão - Portugal |
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| Nós em Olhão - Portugal |
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| Olhão, Av. da República... |
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